FAQ
Respostas diretas. Sem linguagem de marketing.
Produtos de terremoto se prometem fácil demais. Vamos manter os limites visíveis. Se faltar uma pergunta, escreva para info@sismosmart.com.
Esse dispositivo vai me avisar antes do terremoto?
Estamos falando de segundos, não minutos. Se o terremoto vem de uma certa distância, o dispositivo pode pegar a onda P e te notificar antes da onda S mais forte. Não é possível em todo terremoto — com epicentros próximos a janela de aviso é muito curta.
Um dispositivo só pode dizer se meu prédio é seguro?
Não. Um dispositivo não pode declarar um prédio seguro ou inseguro. Isso é trabalho do engenheiro. O dispositivo dá ao engenheiro dados melhores; a decisão fica com o engenheiro.
Quais dados vocês coletam?
Leituras de vibração, temperatura, umidade, pressão, saúde do dispositivo. Não associamos informação pessoal ao dispositivo. Não vendemos seus dados. A página de Privacidade tem os detalhes.
Minha localização exata fica exposta?
Sabemos a localização em nível de bairro porque é necessária para correlacionar eventos. Localização mais precisa só com acordo piloto explícito.
Pesquisadores podem acessar meus dados?
Apenas anonimizados e apenas com um acordo separado com você. Esse fluxo ainda não existe — está no roadmap.
Qual a diferença para os alertas do Google?
O Google usa o acelerômetro do celular, grátis, global, muito bom no que faz. Mas não consegue medir a saúde do prédio; só estima a origem do terremoto. Nós focamos no seu prédio: como ele vibra, como muda com a estação, em que estado fica depois de um terremoto. É isso que o Google não faz.
O que acontece quando cai a internet?
O dispositivo continua funcionando e grava eventos localmente. Não consegue enviar notificações sem Wi-Fi. Quando a conexão volta, envia os eventos pendentes.
E se cair a luz?
Há um pequeno supercapacitor dentro — cerca de 30 a 60 segundos de energia ponte. Suficiente para enviar o último evento para a nuvem. Quedas mais longas desligam o dispositivo.
Instalar é difícil?
Você pluga na parede via USB-C, cola na parede com o adesivo de trás, pareia pelo app. Sem furadeira, sem cabos, sem técnico. Cinco minutos.
Quantos um prédio deveria ter?
Um já funciona. Dois ou três em andares diferentes deixam o sistema ler o modo de vibração do prédio, muito mais valioso para a saúde estrutural. Em pilotos de apartamento miramos pelo menos três por prédio.
O que significam PGA, PGV e MMI?
PGA é a aceleração máxima do solo durante um terremoto, em m/s². PGV é a velocidade máxima do solo, em cm/s. MMI é a intensidade Modified Mercalli, escala de I a XII que descreve como o tremor foi sentido. O dispositivo reporta os três após um evento.
O que a frequência natural diz?
Todo prédio tem uma frequência em que tende a vibrar. Para um prédio de concreto armado de cinco andares fica entre 2 e 4 Hz. Esse número cai com dano estrutural. Acompanhá-lo permite pegar sinais cedo.
Para qual lado o dispositivo deve apontar?
Há uma seta para cima nas costas. Aponte para o teto. Os eixos X e Y do dispositivo devem alinhar com as direções horizontais do prédio. Montado a 90 graus errado os dados ainda servem, só ficam um pouco menos informativos.
O dispositivo grava som?
Não. Não tem microfone. Só um acelerômetro para vibração do solo. Conversas e som ambiente não podem ser gravados — isso exigiria sensores diferentes.
Meus dados saem da Turquia?
Não. Usamos infraestrutura de nuvem em conformidade com a regulação turca de dados. O processamento acontece em regiões AWS da Turquia e da Europa. Sem transferência para outras jurisdições.
Quando lança?
Pilotos no verão de 2026. Lançamento mais amplo no fim de 2026 ou começo de 2027. Certificação e fabricação podem mexer no calendário. Assine a newsletter para saber primeiro.